Não diga que não acha que não nega porque não sabe, ou finge que não nega e sabe.
Pois que o teu saber é inevitável, e o teu sabor parecia ser,
Parece só a mim mesmo, que sozinho penso que sorrir é tão bonito e fingir é menos bonito que um sorriso fingido.
E a minha dor que de fato existe, pela suposição de um medíocre parecer, me faz crer que a veracidade do seu singular sorriso pode desfazer todo meu pensamento pela busca de simplesmente afirmar a verdade que quase me vi submerso.
Que o mel parece doce, é coisa de que me nego a afirmar, mas que parece parecer doce eu afirmo plenamente.
Tira-me do meu caminho,
Que eu quero passar com a minha dor.