Amou daquela vez como se não houvesse vez.
Beijou sua mulher porque ela é a única.
E sentou no chão, para ouvir os pássaros.
E agradeceu a Deus, como se fosse lógico.
Recebeu dos céus, mais um presente mórbido.
Ergueu ao seu redor, uma parede rígida.
Promessas e promessas num ouvido íntimo.
Minha mente infiltrada de desejos óbvios.
Caminhou pela rua como se fosse um celebre.
Comeu feijão com arroz como se fosse um gringo.
Bebeu e soluçou como se fosse estúpido.
Cambaleou no inferno como se fosse um bêbado.
Amor e descompasso, atrapalhando o ritmo.
E desconstruiu como se fosse máquina.
Escreveu num papel seus pensamentos sólidos,
Saudades e saudades de um sorriso lin...
Seu corpo encharcado de afliç...
E questionou aquilo que hav...
E se acabou sozin...
Agonizou chor...
Morr...
"A certidão pra nascer, a concessão pra sorrir."