Portanto decidiu que esta era a única solução, já não se atentava ao ar que respirava, nem as cores ao redor.Imaginara de todas as formas, nunca havia pensado tanto, a água gotejando em nervuras pelo vidro se deformava a ausência da lua.
Olhou para si.Como que impotente apoiava a testa contra a parede, pressionava o pensamento sobre o muro, a medida que o tempo passava se entregava então aquilo que via como saída, colidia a cabeça devagar, até não medir mais seus esforços.
Um jorro de rascunhos inexatos e apenas uma única certeza:
- Seu sorriso, não há como tirá-lo da cabeça.