quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Onde andará Sophia?

De tantos pensamentos,
inúmeras poesias,
desejos másculos,
sentimentos frágeis,
e sorrisos férteis.
Encontrei em mim mesma,
Uma existência vívida,
A quem nem chegaria a ser.
Quase um sussurro,
Uma rosa cálida,
Duas mãos coladas,
Passos desatentos
Onde me espelhar.

Sentirei saudades dos meus cachos negros,
E do vestido lilás que usava aos domingos,
Para os passeios ensolarados que não presenciei.