quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Passageiro do “Trem de doido”
Agora que eu achei o meu lugar no trem,
Não há pavor.
Minha casa é o acaso.
É hora de me sentir como um rato morto na calçada...
Do mercado e do vazio.
Ê trem de doido.
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